Fonte: http://www.jornalf7.xpg.com.br/norte/onde-ha-fumaca-ha-fogo
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| Torcida apaixonada no Fut7 Mineiro (Foto: Breno Nunes) |
Em meio a esse longo dia que tive hoje, ficou em minha mente esse texto que aqui irei escrever para os amigos leitores. É claro, que essa é a minha visão sobre os fatos, mas acho valido compartilhar com todos vocês.
O esporte vive um momento esplendoroso, em todas as vertentes, por isso existe a guerra pelo poder. Ninguém briga por uma coisa que não vale nada. Isso é fato consumado.
Há quem diga que esse esporte tão emocionante não vale tanto esforço, alguns afirmam que em breve ele voltará a ser, só mais uma bela pelada organizada. Mas a verdade não é essa e, no fundo, os críticos sabem disso.
A mídia está cada vez mais próxima do Futebol 7, mesmo que pagando para obter as transmissões. Os canais de informação da web estão se interessando sobre esses conteúdos que mexem com o público envolvido e, até mesmo, com alguns torcedores mais apaixonados. O fórum de debates desse nosso veículo é o maior exemplo disso, frequentando por anônimos torcedores de diversas torcidas, por mais que alguns insistam em criticar esse fato. Não é só dirigente e atleta que aqui deixa sua opinião. Existem donos de empresa de marketing, torcedores do nordeste, estrangeiros e milhões de espécies jamais imaginadas.
Em todo o Brasil, as “camisas” estão presentes, mostrando a força dessa modalidade, que até meados de 2006, era apenas mais um bando de homens brigando por uma bola, numa grama que queimava por demais ao cair sobre ela. Onde a pelota rolava fácil, sem possibilitar que houvessem erros, como observamos por diversas vezes no futebol profissional.
Ah! Camisas…Um dos grandes problemas do esporte nesse momento. Não em todo o Brasil, mas em especial, no Rio de Janeiro. Onde a guerra por esse “pedaço de pano” é tratada como o grande divisor de águas, esquecendo-se, de quem faz a grande festa acontecer. Gestores dessas grandes marcas, atletas, Federações e Confederações, brigam incansavelmente para mantê-las por perto, aumentando assim, o atrativo para possíveis investidores, que de fato, somente desejam expor suas marcas ao lado dessas grandes forças.
O grande problema, é que isso vem manchando toda uma história, onde cada um ficava em seu canto, trabalhando de forma saudável pelo crescimento do esporte de alguma forma. Hoje, a guerra fala mais alto, quem chega nesse movimento, sempre pode acrescentar um “conhecido” e, isso acarreta numa perda totalmente desnecessária. Enquanto se briga por essa marca, se deixa para trás pontos importantes: Saúde, Alegria, Fair Play, Responsabilidade social, Segurança, entre tantos outros pontos chave. Ao desprender essa energia para segurar-se ao pano, se esquece da paixão dos envolvidos, do respeito ao próximo e sobre tudo, da ética esportiva. Que, querendo ou não, existe desde que o mundo é mundo.
Agora, atletas que não são bobos, terão que optar por atuar numa só vertente, pelo menos no Rio de Janeiro, pois, em outros estados, vemos os donos do jogo transitando livremente, como manda o figurino, alimentando o crescimento da modalidade, seja lá onde for. Sem temer ninguém, matando simplesmente a sua vontade de jogar futebol. Não sei qual é o real objetivo, entendo perfeitamente as decisões tomadas pelos clubes envolvidos, que preferiram segurar o ímpeto de seus atletas, para o longo calendário da entidade que sugeriu a ideia. Isso também gerou um problema, bobo, mas gerou.
A realidade, é que em todo o Brasil, menos no Rio de Janeiro, quem perde, se cala, observa o trabalho alheio e faz o seu, sem incomodar, ajudando no crescimento do esporte de forma sadia, sem querer mostrar algum tipo de resistência ao estupro que vem sofrendo. É, assim deveria ser por aqui, mas…Carioca é bicho burro, adora uma briga boba e, por mais que seja boa, não levará ninguém a lugar algum, somente ao desgaste, ainda mais, quando a “vitória” é quase sempre a mesma. Afinal de contas, a voz do povo, é a voz de Deus e, o Deus do Futebol 7 nesse momento, são os presidentes dos clubes, que terão que se desdobrar para poder enxergar, o que é mais vantajoso para sua marca, que pode estar presente na telinha ou não, basta apenas ele querer. Simples assim!
Quero só ver o que irão dizer depois dessa leitura. Pode ser que não digam nada, mas acho difícil, alguém irá me achincalhar ou serei exaltado sem mérito algum. Demoro a escrever, pois fico observando o comportamento dos envolvidos e cada vez mais me surpreendo com a paixão louca dos mesmos. Não sei onde isso irá parar, só sei que o negócio não para de crescer e, isso me anima muito, pois vivo essa loucura, 24 horas por dia, assim como hoje, que decidi escrever sobre esses temas, ás 1h30m da manhã. Não, não sou vagabundo, se é o que a maioria pensa. Amanhã estarei aqui novamente, sentado em minha cadeira, contando com o auxilio de meus colaboradores, para que todos possam estar informados sobre o que acontece no esporte de todo o país.
Gosto disso e, sei que muitos gostam, mas preferem virar a cara e falar abobrinha, assim como eu, que hoje posso estar escrevendo balelas aqui. Mas o lance é o seguinte meu caro amigo, o Futebol 7 hoje é uma realidade e o velho ditado popular mais uma vez confirma isso: “Onde há fumaça, há fogo”.
Bom resto de semana a todos e até a próxima!
O esporte vive um momento esplendoroso, em todas as vertentes, por isso existe a guerra pelo poder. Ninguém briga por uma coisa que não vale nada. Isso é fato consumado.
Há quem diga que esse esporte tão emocionante não vale tanto esforço, alguns afirmam que em breve ele voltará a ser, só mais uma bela pelada organizada. Mas a verdade não é essa e, no fundo, os críticos sabem disso.
A mídia está cada vez mais próxima do Futebol 7, mesmo que pagando para obter as transmissões. Os canais de informação da web estão se interessando sobre esses conteúdos que mexem com o público envolvido e, até mesmo, com alguns torcedores mais apaixonados. O fórum de debates desse nosso veículo é o maior exemplo disso, frequentando por anônimos torcedores de diversas torcidas, por mais que alguns insistam em criticar esse fato. Não é só dirigente e atleta que aqui deixa sua opinião. Existem donos de empresa de marketing, torcedores do nordeste, estrangeiros e milhões de espécies jamais imaginadas.
Em todo o Brasil, as “camisas” estão presentes, mostrando a força dessa modalidade, que até meados de 2006, era apenas mais um bando de homens brigando por uma bola, numa grama que queimava por demais ao cair sobre ela. Onde a pelota rolava fácil, sem possibilitar que houvessem erros, como observamos por diversas vezes no futebol profissional.
Ah! Camisas…Um dos grandes problemas do esporte nesse momento. Não em todo o Brasil, mas em especial, no Rio de Janeiro. Onde a guerra por esse “pedaço de pano” é tratada como o grande divisor de águas, esquecendo-se, de quem faz a grande festa acontecer. Gestores dessas grandes marcas, atletas, Federações e Confederações, brigam incansavelmente para mantê-las por perto, aumentando assim, o atrativo para possíveis investidores, que de fato, somente desejam expor suas marcas ao lado dessas grandes forças.
O grande problema, é que isso vem manchando toda uma história, onde cada um ficava em seu canto, trabalhando de forma saudável pelo crescimento do esporte de alguma forma. Hoje, a guerra fala mais alto, quem chega nesse movimento, sempre pode acrescentar um “conhecido” e, isso acarreta numa perda totalmente desnecessária. Enquanto se briga por essa marca, se deixa para trás pontos importantes: Saúde, Alegria, Fair Play, Responsabilidade social, Segurança, entre tantos outros pontos chave. Ao desprender essa energia para segurar-se ao pano, se esquece da paixão dos envolvidos, do respeito ao próximo e sobre tudo, da ética esportiva. Que, querendo ou não, existe desde que o mundo é mundo.
Agora, atletas que não são bobos, terão que optar por atuar numa só vertente, pelo menos no Rio de Janeiro, pois, em outros estados, vemos os donos do jogo transitando livremente, como manda o figurino, alimentando o crescimento da modalidade, seja lá onde for. Sem temer ninguém, matando simplesmente a sua vontade de jogar futebol. Não sei qual é o real objetivo, entendo perfeitamente as decisões tomadas pelos clubes envolvidos, que preferiram segurar o ímpeto de seus atletas, para o longo calendário da entidade que sugeriu a ideia. Isso também gerou um problema, bobo, mas gerou.
A realidade, é que em todo o Brasil, menos no Rio de Janeiro, quem perde, se cala, observa o trabalho alheio e faz o seu, sem incomodar, ajudando no crescimento do esporte de forma sadia, sem querer mostrar algum tipo de resistência ao estupro que vem sofrendo. É, assim deveria ser por aqui, mas…Carioca é bicho burro, adora uma briga boba e, por mais que seja boa, não levará ninguém a lugar algum, somente ao desgaste, ainda mais, quando a “vitória” é quase sempre a mesma. Afinal de contas, a voz do povo, é a voz de Deus e, o Deus do Futebol 7 nesse momento, são os presidentes dos clubes, que terão que se desdobrar para poder enxergar, o que é mais vantajoso para sua marca, que pode estar presente na telinha ou não, basta apenas ele querer. Simples assim!
Quero só ver o que irão dizer depois dessa leitura. Pode ser que não digam nada, mas acho difícil, alguém irá me achincalhar ou serei exaltado sem mérito algum. Demoro a escrever, pois fico observando o comportamento dos envolvidos e cada vez mais me surpreendo com a paixão louca dos mesmos. Não sei onde isso irá parar, só sei que o negócio não para de crescer e, isso me anima muito, pois vivo essa loucura, 24 horas por dia, assim como hoje, que decidi escrever sobre esses temas, ás 1h30m da manhã. Não, não sou vagabundo, se é o que a maioria pensa. Amanhã estarei aqui novamente, sentado em minha cadeira, contando com o auxilio de meus colaboradores, para que todos possam estar informados sobre o que acontece no esporte de todo o país.
Gosto disso e, sei que muitos gostam, mas preferem virar a cara e falar abobrinha, assim como eu, que hoje posso estar escrevendo balelas aqui. Mas o lance é o seguinte meu caro amigo, o Futebol 7 hoje é uma realidade e o velho ditado popular mais uma vez confirma isso: “Onde há fumaça, há fogo”.
Bom resto de semana a todos e até a próxima!
BF7.

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